Devolva o tempo das enfermeiras. Localização em tempo real para cada ativo, cada medicamento, cada momento.
Hospitais são ambientes complexos e caóticos, onde decisões de vida ou morte dependem da logística. Ainda assim, a enfermeira média gasta 1 hora por plantão — 12% do tempo — procurando equipamentos. Ela procura bombas de soro, cadeiras de rodas, packs de telemetria e dispositivos para feridas. É uma medicina de “Procure e Recolha” (Hunt and Gather).
Gerenciamento de Ativos de SaúdeEPC Gen2Iniciar um Piloto
$1,2MEvitar Custos de Capital (não comprou novas bombas)
6.000 hrsHoras de Enfermagem Retornadas ao Cuidado (Anual)
100%Conformidade da Auditoria de Carrinhos de Emergência
Gerenciamento de Ativos de SaúdeNossa AbordagemO que você recebeEstudo de Caso
O Problema
A Crise da Logística de Cuidados
Hospitais são ambientes complexos e caóticos, onde decisões de vida ou morte dependem da logística. Ainda assim, a enfermeira média gasta 1 hora por plantão — 12% do tempo — procurando equipamentos. Ela procura bombas de soro, cadeiras de rodas, packs de telemetria e dispositivos para feridas. É uma medicina de “Procure e Recolha” (Hunt and Gather).
Além dos ativos, a gestão de medicamentos é cheia de riscos. O rastreamento manual de carrinhos para emergências e bandejas de medicação faz com que remédios vencidos continuem em circulação. Um único descuido pode levar a um Evento Sentinela.
Além disso, o fluxo de pacientes é opaco. Gargalos no pronto-socorro ou na sala de cirurgia reduzem o ritmo e a satisfação. Sem dados, administradores não conseguem otimizar dimensionamento de equipe nem a rotatividade de leitos.
Principais Pontos Problemáticos 01
Acúmulo e Perda de Ativos
Como a equipe não consegue encontrar equipamentos, eles os acumulam em armários e forros de teto. Os hospitais acabam comprando 130% de sua frota necessária, mas a utilização permanece abaixo de 40%. Milhões de dólares ficam ociosos.
Principais Pontos Problemáticos 02
Segurança de Medicamentos
Reabastecer carrinhos de emergência manualmente é propenso a erros. Uma ampola de epinefrina vencida perdida é uma responsabilidade. O desvio de medicamentos (roubo) também é uma preocupação crescente que os registros manuais não podem impedir.
Principais Pontos Problemáticos 03
Controle de Infecção
Saber qual equipamento interagiu com um paciente infeccioso é fundamental. Sem rastreamento de contato digital, os hospitais devem colocar ativos em quarentena geral, interrompendo as operações.
Nossa Abordagem
RTLS Ativo e Passivo
A Nextwaves implementa um Sistema Híbrido de Localização em Tempo Real (RTLS). Usamos RFID UHF passivo para itens de alto volume e baixo custo (roupas de cama, arquivos, medicamentos) e rastreamento Ativo (BLE/Wi-Fi) para equipamentos móveis de alto valor.
Nossos “Smart Cabinets” registram automaticamente cada frasco de medicamento retirado, atualizando o prontuário do paciente e o inventário instantaneamente. Arrays instalados no teto acompanham o movimento de leitos e bombas por toda a unidade, visualizando tudo em um mapa digital.
Este sistema cria uma “cadeia de custódia”. Sabemos exatamente quem retirou o medicamento, para qual paciente e quando. Também sabemos exatamente onde está a bomba de infusão e se ela foi limpa desde o último uso.
O que você recebe
ROI Clínico e Financeiro
01
Segurança do Paciente
Evite 'Eventos Nunca'. Verificações automatizadas garantem o medicamento certo, a dose certa, o paciente certo.
02
Utilização de Ativos
Reduza o tamanho da frota em 20%, aumentando a disponibilidade. Pare de comprar bombas que você não precisa.
03
Satisfação da Equipe
Devolva o tempo das enfermeiras. Deixe-as focarem no cuidado, não na logística.
04
Conformidade Regulatória
Registros automatizados para a The Joint Commission (TJC). Comprove a esterilidade e a conformidade da manutenção instantaneamente.
Estudo de Caso
Estudo de Caso: Centro Médico Regional
Um centro de trauma com 500 leitos lutava com a capacidade do pronto-socorro e a escassez crônica de bombas de infusão. As enfermeiras relatavam atrasos no atendimento devido à falta de equipamentos.
O RFID na área da saúde exige um padrão mais alto do que no varejo. Nenhum nome de paciente, diagnóstico ou informação pessoal identificável (PII) é jamais gravado em uma etiqueta. As etiquetas carregam apenas um token anônimo: um número que não significa nada sem o acesso ao backend seguro que o vincula ao registro do paciente.
Essa camada de banco de dados é criptografada, com controle de acesso e auditoria. Os profissionais de saúde veem apenas os dados que a função deles permite. Administradores veem relatórios de utilização. Ninguém enxerga dados de pacientes pela própria camada de RFID. Nós somos totalmente compatíveis com HIPAA por design, e não por “contorno” de política.
Próximos passos
De Rastreamento a Previsão
Os dados de localização são apenas o começo. Quando você tem um fluxo contínuo de onde cada ativo e cada paciente estão, os padrões começam a aparecer. Estamos trabalhando em modelos que conseguem prever gargalos de equipamentos 4–6 horas antes de acontecerem, dando tempo às enfermeiras responsáveis para realocar recursos antes que o atendimento seja impactado.
No horizonte: camas que reportam automaticamente alterações de peso do paciente e de pressão, armários inteligentes que reordenam medicamentos antes de acabar, e agendamento de sala cirúrgica que se ajusta em tempo real com base na localização real dos equipamentos, e não em suposições.
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